Em busca do sucesso perfeito


A revista Fortune publicou recentemente uma edição especial sobre tendências para o futuro. Um dos inovadores em destaque é a startup israelense Vault. Com o uso de inteligência artificial a Vault está tentando prever as possibilidades de um filme fazer sucesso. Sua base de análises é o registro de 30 anos de "bilheterias, orçamentos de filmes, análises demográficas e audiência, e informações sobre o elenco". Até agora a margem de acerto da Vault está perto de 75%.

Não é só a empresa israelense que está no ramo. Outros exemplos são a Epagogix (britânica), a Script-Book (belga) e a americana Pilot. Os intelectuais, críticos e puristas do cinema, esses que adoram filmes chatos e platéias vazias, vão desprezar essa inovações. Dirão que elas inibem a criatividade e o espírito artístico. Mas elas são necessárias.

O cinema está sofrendo um período de crises e incertezas. Uma das razões para isso são os sistemas de streaming como o Netflix. Os diversos serviços on demand também se tornaram incentivos para que as pessoas assistam seus filmes em casa.

Para competir, os grandes estúdios fazem grandes espetáculos de produção cara para atrair os espectadores às salas 3-D e IMAX. E isso custa caro, muito caro. É preciso alguma garantia de que um filme não vá ser um fracasso total. Com os serviços oferecidos por empresas como a Vault, os estúdios podem ter algum tipo de parâmetro para evitar catástrofes suicidas.

Claro que nem todo tipo de filme precisa de um serviço desses. Mas, quanto mais caro for o filme, mais necessário algum tipo de prognóstico se torna. Cabe aos produtores usar de bom senso para usar esses serviços como referência, e não como uma fórmula para o sucecsso fácil.

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