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Mostrando postagens de Julho, 2017

BBC: a Máquina de Antikythera, o mais antigo computador da História?

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No início do século 20, catadores de esponjas encontraram na ilha grega de Antikythera (ou Anticítera) um barco romano com preciosas obras de arte, especialmente esculturas de cobre e mármore.

Mas o objeto mais fascinante daquele barco era, segundo uma matéria da BBC, "um instrumento de bronze corroído, do tamanho de um laptop moderno, feito há 2 mil anos, na Grécia antiga. É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Anticítera". Segundo o físico Yanis Bitzakis, "alguém, em algum lugar da Grécia antiga, fez um computador mecânico". 
A partir de 1950, os 82 fragmentos encontrados da "máquina de Antikythera" começaram a ser estudadas  fundo. O mecanismo era composto por 27 rodas de engrenagem. Eles poderiam, segundo esse estudo, calcular os meses lunares e os movimentos da lua ao redor da terra além de eclipses e as datas de quatro festivais da Grécia antiga, incluindo as Olimpíadas. 
Quem teria produzido esse primeiro computador da História? Existe um suspeito…

Japão lança primeiro hotel servido por robôs

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90% do pessoal que trabalha no hotel Henn-na, próximo a Nagasaki (Japão) é constituído de robôs. O hotel em si é simples e funcional. A diferença está nos funcionários. Na recepção você é recebido por uma atendente de sorriso congelado. Alguns ajudantes possuem a forma de um réptil pré-histórico cheio de dentes.

Parece sinistro. Mas é uma experiência para ser acompanhada. O Henn-na usa robôs para carregar as bagagens e entregar os pedidos de room service. Há um "cybermordomo" em cada quarto para ouvir e providenciar as necessidades dos hóspedes, em japonês e inglês. A porta de cada apartamento se abre por reconhecimento facial.

Para conhecer mais detalhes - e fazer reservas - clique aqui no site oficial do Henn-na.



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Escrevendo um livro no celular

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Eu já escrevi livros em máquinas de escrever, desktops e notebooks. Agora estou escrevendo meu primeiro livro no celular.

Não é para todo mundo. Você precisa estar adaptado à telinha. Eu estou. Depois que meu iPad ficou velhinho, eu passei a ler praticamente tudo no celular - livros, jornais, revistas. De ler a escrever o passo é menor.

Meu livro está sendo escrito num Google Docs. Não se pode esperar muito de um processador de texto num celular. Então quanto mais simples, melhor. O Microsoft Word exige demais. O Google Docs cumpre a função muito bem no cellphone. (Mas na hora da edição final, o meu livro vai para o Word do desktop, claro).

Outra coisa: este livro específico é uma ficção. Se exigisse pesquisas, referências e links seria difícil de ser resolvido num celular. Como é um livro de pura imaginação, o fluxo de ideias fica bem mais simples. E tem mais uma vantagem: o celular oferece sugestões de palavras, e eu tenho me dado muito bem com elas. Se escrevo "gelad", basta…