O que falta para o Spotify?


Outro dia no fundo do armário encontrei meu velho CD Player. Eu tinha me esquecido que ele existia! Peguei um CD, toquei, achei divertido meu gesto de nostalgia. Em seguida o player voltou para o armário.

Estou na onda do streaming há muito tempo. Passei por vários serviços e hoje sou cliente fiel do Spotify. Tenho playlists gigantescas, ouço novidades e sugestões por lá, mergulho nas minhas lembranças. É minha "loja" de música. Estou muito feliz com o serviço.

Mas não totalmente satisfeito, claro! Algumas mudanças poderiam melhorar a experiência.

1) Eu fui usuário e fã do Rdio, um serviço de streaming pioneiro que acabou falindo. Uma das melhores coisas do Rdio era seu miniplayer. Você deixava sua playlist rodando e o miniplayer podia ficar num cantinho do monitor,com os comandos mais básicos e a informação do que estava sendo tocado. O Spotify só se apresenta no computador com aquela interface gigante, pouco prática quando você quer saber o que está sendo tocado ou dar uma pausa, por exemplo. O pessoal da Spotify poderia nos apresentar o seu próprio miniplayer. Olha como ele era, nessa foto abaixo:



2) Com o Spotify você não "baixa músicas". Quando o usuário quer criar uma playlist acessível offline, essas faixas se integram ao aplicativo. O resultado é que ele vai "inchando" até que acaba o espaço de armazenamento. Não haveria um jeito de armazenar as músicas online no chip de memória?

3) O Tidal surgiu com a proposta de oferecer música em altíssima qualidade, o chamado "lossless". O Spotify disse que ia lançar essa opção também, mas está fazendo testes desde abril e por enquanto pretende lançar o serviço experimental apenas nos EUA. Vamos acelerar isso?

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